“Livro do Bebê”: fazer ou não fazer?!

Conforme o tempo passa (rápido!), o bebê evolui e consegue vários feitos inéditos como rolar, engatinhar, sentar, falar as primeiras palavrinhas, comer as primeiras comidinhas, tomar os primeiros tombos, dormir sozinho no berço a noite toda (oi? Quem?), percebemos que nossa memória não é assim tão infalível e que vamos começar a esquecer partes bacanas e interessantes da história do bebê.

Eu, particularmente, desde que engravidei, tornei-me uma pessoa desmemoriada, já disse. Não posso confiar na minha memória para lembrar o que comi no jantar de anteontem, imagina para saber quando Isabela ou Laura sentaram, engatinharam, o que primeiro comeram, do que gostavam de comer, do que não gostavam, enfim… essas coisas relevantes para o momento em que estão acontecendo, mas que, na fase seguinte, caem no esquecimento.

Pensando nisso, a ideia do “Livro do Bebê” é bem legal. Esse era um hábito comum antigamente: preencher um livrinho com fatos importantes do bebê para guardar a sua história. Eu tenho o meu, com fotos e tudo!

Na minha confusão mental de grávida de gêmeos, acabei não adquirindo um para as meninas. Fui salva por minha mãe, que deu de presente para Isabela e Laura, um livrinho fofo, que viemos preenchendo até aqui.

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É uma recordação bonitinha. Não sei se as meninas vão dar bola para isso em algum momento de suas vidas, mas não poderão dizer que não me esforcei para registrar seus momentos. rs

Ainda assim, percebi que o livrinho acabou sendo um pouco limitador. Ele traz alguns eventos fixos da vida do bebê em seu primeiro ano e não deixa espaço para registrarmos outros tantos feitos que são importantes para a família.

Por conta disso, eu adquiri o hábito de anotar os acontecimentos mais importantes das meninas em outro caderninho e, pasmem, ele já tem várias e várias páginas preenchidas de cabo a rabo. Talvez eu seja preciosista ou talvez as meninas aprontem demais, ou um pouco dos dois.

Fato é que registrar a história do bebê pode render boas risadas e assuntos para reuniões de família no futuro. Seja no “Livro do Bebê” encadernado ou em folhas soltas de papel, vale a pena ir anotando os eventos, feitos, fatos, acontecimentos, primeiras impressões e experiências. Vamos sentir saudades de tudo isso em um futuro não tão distante!

 

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2 comentários sobre ““Livro do Bebê”: fazer ou não fazer?!

  1. Olá,
    estou elaborando um livro do bebê e achei interessante a parte que vc colocou que algumas coisas importantes não constam no livro. Ainda não sou mãe e gostaria da sua opinião de fatos que podem ser colocados que não existem nos livros padronizados.

    Grata,
    Daniela

    Curtido por 1 pessoa

    1. Oi, Dani. Poxa. Tem tanto tempo q fizemos o das meninas q não estou lembrando de cabeça. Vou ter q dar uma olhada.
      Mas no geral, anoto as coisas em um caderno, todas as coisas q eu acho importante e fui completando o livro conforme
      Os meses.

      Curtir

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